Uma obra grandiosa, concluída em meio a pandemia do Covid-19, construída sem nenhum centavo de recursos públicos, que mostra o lado empreendedor do grupo liderado pelo médium João Berbel e que, em 2020, como hospital de campanha da Prefeitura Municipal atendeu a 230 pacientes diagnosticados com o vírus. Em síntese, é assim que pode ser apresentado o Hospital da Caridade Dr. Ismael Alonso y Alonso localizado junto ao Complexo do IMA – Instituto de Medicina do Além, em Freanca (SP).

 Por questões burocráticas e políticas, o hospital está fechado e poderá ser imediatamente reaberto, tão logo sejam resolvidos problemas como o zoneamento do Recreio Campo Belo, liberação do alvará junto à Secretaria Municipal da Saúde e credenciamento ao SUS. Com o apoio da Câmara Municipal e o compromisso já assumido pelo prefeito Alexandre Ferreira, estas medidas estão em vias finais para serem anunciadas.

 Ao mesmo tempo é lamentável que “forças ocultas” (termo usado com frequência pelo ex-presidente Jânio Quadros pouco antes de ser afastado do Palácio do Planalto) insistam em tentar tirar o Hospital da Caridade do grupo de cristãos que o construiu. Na verdade, estas “forças” não são tão ocultas assim, ao contrário, elas tem CPF, CNPJ e endereço certo e conhecido. Usam de subterfúgios, táticas de desconstrução e até mesmo de chantagem para tentar assumir o controle do hospital.

 Na cabeça deste processo encontra-se um néscio (aquele que é desprovido de conhecimento(s), de discernimento; estúpido, ignorante) para tentar enfraquecer aqueles que tiveram a coragem de erguer a belíssima e funcional estrutura que abriga o Hospital da Caridade. Evidente que os movimentos que esta figura abjeta faz e os falsos argumentos que utiliza, não representam a ótica francana sobre a importância do hospital voltar a funcionar e a atender a milhares de pessoas que já o procuram. Haja vista documento recentemente firmado por todos os vereadores da Câmara Municipal manifestando apoio à reabertura do hospital.

 Como também não representam os 7 milhões de pessoas atendidas ao largo das últimas duas décadas pelo médium João Berbel e pelo seu grupo de voluntários e seguidores. Também não representam os mais de 2 milhões de compradores da sua obra de 281 livros escritos por psicofonia. E nem os mais de 1,2 milhões de pessoas que o seguiram apenas nos últimos 30 dias pelas TV e Rádio RenovAção (www.tvrenovacao.com.br) ou através das  suas redes sociais incluindo aí o site www.ima.org.br.

 Há de se perguntar se, esta figura, representa o fanatismo religioso e conhecida fraternidade ou se é fantoche, marionete ou como se diz com frequência “pau-mandado”. Ou tudo junto? O importante é a anunciada determinação do casal João e Arlete Berbel de não se subjugarem aos arroubos desta figura  que se diz “do bem” mas que encarna a perversidade, malignidade e crueldade (Ronaldo Knack é Jornalista e Bacharel em Administração de Empresas e Direito)